Descentralização, Empoderamento e Participação para uma nova agenda urbana
Curitiba, 31 outubro 2016 — Administradora especialista em Relações Internacionais e Terceiro Setor e mestre em Organizações e Desenvolvimento, Grace Chiara Schmidt se dedica a treinar e capacitar representantes de organizações públicas, privadas e do terceiro setor para promoverem o desenvolvimento urbano sustentável em Curitiba. Direto de Quito, da Habitat III, ela conversou conosco sobre a Nova Agenda Urbana em discussão e seu impacto na capital paranaense.
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Decentralization, Empowerment and Participation for a new urban agenda
Curitiba, 31 October — Grace Chiara Schmidt is a business administrator specializing in international relations, and is dedicated to training and empowering representatives of public, private and third sector organizations to promote sustainable urban development in Curitiba. Direct from Habitat III in Quito, she talked to us about the New Urban Agenda and its impact on the state capital.
Descentralização, Empoderamento e Participação para uma nova agenda urbana
Andréa Azambuja, Coordenadora da Rede em Curitiba
Curitiba, 31 outubro 2016
Administradora especialista em Relações Internacionais e Terceiro Setor e mestre em Organizações e Desenvolvimento, Grace Chiara Schmidt é coordenadora do CIFAL Curitiba – Centro Internacional de Formação de Atores Locais para a América Latina, uma iniciativa do Programa de Cooperação Descentralizada do Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa - UNITAR dedicada ao treinamentos e capacitação de representantes de organizações públicas, privadas e do terceiro setor que atuam com desenvolvimento local.
Direto de Quito, ela conversou com o URB.im sobre a Nova Agenda Urbana em discussão na Habitat III e seu impacto na realidade da capital paranaense.
Como se configurou sua participação nas discussões pré-Habitat III em Curitiba?
Em virtude do engajamento do Sistema Fiep em ações ligadas à ONU, mais especificamente por ser o mantenedor do Centro Internacional de Formação de Atores Locais – CIFAL Curitiba, temos nos envolvido e promovido discussões relacionadas a diversos temas ligados à Nova Agenda Urbana, dentre eles o Boa Tarde Curitiba, realizado em parceria com o UNITAR e o Secretariado da Habitat III.

Que impacto a Nova Agenda Urbana deve ter na cidade e através de quais mecanismos ele pode ser garantido?
A Habitat III está promovendo a discussão de temas relevantes para o desenvolvimento de cidades, tais como os ODS, inclusão, gênero, desenvolvimento econômico, resiliência, mobilidade urbana, segurança. Sem dúvida essas discussões influenciarão as decisões futuras dos líderes da nossa cidade. Contudo, para que esse processo seja garantido, será necessário empoderar e desenvolver capacidades dos atores locais, estimular a colaboração e participação dos setores, das instituições, indivíduos e organizações, além do compromisso dos tomadores de decisão em criar políticas locais que promovam o desenvolvimento sustentável.
Na sua opinião, quais são as prioridades na agenda urbana de Curitiba?
A Administração Municipal de Curitiba vem dedicando crescente preocupação com temas ligados à qualidade de vida dos habitantes, procurando diminuir os riscos de acidentes de trânsito, aumentando a segurança viária, por meio da criação de alternativas que ofereçam soluções tecnológicas inovadoras e ecologicamente amigáveis. Há décadas os administradores municipais vêm ressaltando a necessidade de implementar iniciativas que minimizem o consumo e o desperdício, bem como incentivem a reciclagem dos produtos e a manutenção da limpeza urbana, por meio de programas de conscientização acompanhados de medidas públicas direcionadas e que, em muitos casos, servem de modelo de planejamento urbano.
Quais mecanismos devem ser garantidos à população para participar diretamente da agenda de suas cidades?
Compreendo que uma forma de garantir a implementação da agenda nas cidades dar-se-á por meio do processo participativo, no qual organizações não-governamentais que deem voz a atores locais, minorias, jovens e mulheres, bem como governos e iniciativa privada dialoguem na construção e implementação de políticas público-privadas que promovam o desenvolvimento local de forma coordenada, consistente e duradoura.
Quais são os papeis dos diferentes setores na implementação da nova agenda?
Vejo que uma programação abrangente e complexa, que pretenda administrar o crescimento urbano pelo prazo de uma década, somente pode ser considerada efetiva se contar com a participação não apenas dos líderes globais e locais, mas da sociedade como um todo. As diretrizes estabelecidas na nova agenda global, por conta disso, devem ser pensadas de uma forma que possibilitem a sua aplicação em todos os setores sociais, desde as camadas mais humildes da população que povoam os rincões do planeta, até as camadas mais politizadas e influentes das zonas industrializadas. As políticas públicas e os esforços do setor privado hão de criar metodologias de divulgação e engajamento que envolvam todos elos dos setores produtivos, para que a informação não se perca, mas estabeleça uma conexão entre as dinâmicas da urbanização e o crescimento econômico. Close.
Foto: Francisco Anzola - Flickr: Curitiba Centro
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Decentralization, Empowerment and Participation for a new urban agenda
Andréa Azambuja, Curitiba Community Manager
Curitiba, 31 October 2016
Grace Chiara Schmidt is the coordinator of CIFAL Curitiba – International Centre for Local Actors Training in Latin America, an initiative of the Decentralized Cooperation Program of the United Nations Institute for Training and Research – UNITAR. It's dedicated to the training and qualification of representatives from public, private and third sector organizations working with local development.
Directly from Quito, she spoke with URB.im about the New Urban Agenda in discussion at Habitat III and its impact.
How did you participate in pre-Habitat III discussions in Curitiba?
Because of the engagement of Fiep in actions linked to the United Nations, more specifically because it is the maintainer of the International Centre for Local Actors Training - CIFAL Curitiba, we have joined and promoted discussions related to various topics related to the New Urban Agenda, in partnership with UNITAR and the Secretariat of Habitat III.

What impact should the New Urban Agenda have in the city and through what mechanisms can its impact be guaranteed?
Habitat III is promoting the discussion of issues relevant to the development of cities such as ODS, inclusion, gender, economic development, resilience, urban mobility, and security. Undoubtedly these discussions will influence future decisions of the leaders of our city. However, for this process to be guaranteed, you must empower and build the capacity of local actors, stimulate collaboration and participation of sectors, institutions, individuals and organizations, in addition to the commitment of decision makers to create local policies that promote sustainable development.
In your opinion, what are the priorities in Curitiba’s urban agenda?
The Curitiba Municipal Administration has been increasingly concerned with issues related to the quality of life of its inhabitants, trying to reduce the risk of traffic accidents, improving road safety, creating alternatives that offer innovative and environmentally friendly technological solutions. Starting decades ago, the municipal administrators have been emphasizing the need to implement initiatives to minimize consumption and waste and encourage recycling of products, along with the maintenance of urban sanitation through accompanied awareness programs targeted public measures that, in many cases, serve as a model of urban planning.
What must be done to insure the direct participation of the people in the agenda of their cities?
One way to ensure the implementation of the agenda in cities will be through a participatory process, in which non-governmental organizations that give voice to local actors, minorities, young people and women – as well as governments and the private sector – dialogue on the construction and implementation of public-private policies that promote local development in a coordinated, consistent and sustainable manner.
What are the roles of different sectors in implementing the new agenda?
I see that a comprehensive and complex programming, with an intention to manage urban growth for a period of a decade, it can only be considered effective if you count on the participation not only of global and local leaders, but of society as a whole. The guidelines set out in the new global agenda must be designed in a way to enable its application in all sectors of society, from the humblest layers of the population that inhabit the corners of the planet to the most politicized and influential layers in industrialized areas. Public policies and the efforts of the private sector will create methods of dissemination and engagement involving all links of the productive sectors, so that information is not lost, establishing a connection between the dynamics of urbanization and economic growth. Close.
Photo: Francisco Anzola - Flickr: Curitiba City
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